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Em Histórias Para Vender Seus Produtos

Conte histórias para elucidar fatos, sustentar argumentos, quebrar objeções, transformar pessoas e aumentar seu faturamento

Certa vez, pedi a uns amigos que testassem uma campanha viral que eu estava produzindo e o resultado foi inusitado e surpreendente.

Campanhas virais são aquelas que você indica a outras pessoas em troca de um prêmio que é do seu interesse.

Aqui há uma imagem parcial da página de captura dessa campanha.

A ideia era que eles passassem pelo processo de inscrição em minha lista de e-mails e se dispusessem a divulgá-la para outras pessoas sob a promessa de participarem de um webinário de conteúdo sobre storytelling.

Minha intenção era receber depoimentos sinceros sobre sua experiência de participar da campanha.

Em poucos minutos, obtive inúmeros comentários sobre aspectos técnicos e estratégicos do meu trabalho, mas houve um fato em particular que chamou minha atenção como um imã atrai o metal.

Isso seria motivo de orgulho em muitos caso, a não ser pelo fato de que não sou copywriter!

Nunca fiz nenhum curso de copy.

O mais longe que fui na "arte da copy" foi um curso gratuito de escrita de headlines que acabei não usando de forma profunda em meu negócio.

As headlines são um caso interessante de copy, uma vez que têm o objetivo de chamar a atenção de quem "está passando". Interromper o que as pessoas estão fazendo. Atrair o olhar. Desestabilizar para promover o clique.

E caso você seja copywriter ou fã de copy, deixa eu esclarecer uma coisa...

Em muitos casos, a triste realidade vem como um balde de água fria após o clique. Uma decepção comparável ao fato de ser usado por alguém, pois somos levados a agir diante de uma ilusão de valor (ou curiosidade).

Procuro não promover esse sentimento nas pessoas com as quais desejo fazer negócio, então fujo desse padrão como o diabo fugiria da cruz.

Muitos poderiam afirmar que se a oferta for boa, não há problema. Além, é claro, de todos aqueles argumentos cansados sobre persuadir para um bem maior.

Pois bem...

Minha abordagem é diferente.

Bastante diferente.

Procuro me distanciar do marketing coercitivo e centrar meu negócio numa perspectiva baseada na estratégia da preeminência de Jay Abraham.

Nessa estratégia, protegemos os nossos prospectos e clientes de realizarem ações prejudiciais aos seus interesses, além de contribuir para que avancem rumo aos seus objetivos.

No vídeo (em inglês) a seguir, você tem a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre essa perspectiva.

Acredito no poder das soluções digitais para problemas legítimos de um grupo específico de pessoas e esclareço essa visão no meu manifesto que você pode ler aqui.

De modo geral, não gosto e não uso templates do tipo "preencha os espaços em branco".

Cada um de nós tem uma forma peculiar de ver o mundo e os templates são a melhor forma de acabar com sua beleza e diferencial, em especial se você não souber usá-los.

Minhas experiências de vida me fazem acreditar no caminho mais longo. O da compreensão dos processos. Aquele que nos traz liberdade e nos mantém autênticos.

Se você chegou até aqui é porque, provavelmente, temos algo em comum.

Agora vamos para o próximo passo: as histórias que conduzem, de modo ético e moral, a uma compra ou qualquer outra ação de conversão.

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